Tudo que sobe, desce. Nada se cria, tudo se copia. Essas máximas são antigas, mas ainda se aplicam nos dias de hoje. A tecnologia facilita o acesso a tudo. O velho e o novo encontram uma arena comum na vida online; brechós, sebos e casas de leilão vicejam pela Internet, músicos trabalham com samples de obras antigas, colecionadores trocam figurinhas em redes de relacionamento. O que a Internet está fazendo pelas febres que voltam? Como retrabalhamos digitalmente tendências antigas (ex: Tamagoshi virando aplicativo de IPhone, etc)?